Conceder crédito apenas com informações negativas é coisa do passado. As análises agora são muito mais complexas e precisas.
Será que dá pra parcelar? Neste ano de incertezas, a resposta a esta pergunta decidirá ou não efetivação de uma compra. A busca por crédito no setor varejista tem crescido. Ao mesmo tempo, se elevam as taxas de juros, o endividamento das famílias e a inflação. Além disso, é um ano de eleições, o que acaba inibindo a entrada de investimentos no País. Conceder crédito com menos riscos, neste contexto, pode garantir a saúde do negócio.
O primeiro trimestre de 2022 não está animador. Porém, o economista Flávio Calife acredita que já há sinais de recuperação. “Aexpectativa é de melhora a partir de março. O primeiro trimestre é sempre mais complicado. O ano já começa com impostos e taxas, matrículas, material escolar. Ou seja, uma série de obrigações financeiras”, conclui o responsável pela área de Estudos Econômicos e Inteligência de Mercado da Boa Vista.
Seja qual for do cenário, especialistas concordam que o crédito é um forte alavancador de vendas. Uma forma de fidelizar clientes e de atrair novos. Contudo, o varejista deve se amparar em informações que minimizem os riscos. “Cautela é a palavra da vez para o empresariado do varejo”. O alerta é de Lola de Oliveira, diretora de Marketing e Relacionamento com o Cliente da Boa Vista. “No entanto, o crédito é um impulsionador de vendas. Nesse sentido, conhecer o perfil de risco do consumidor faz toda a diferença.”
Enfim, em um ano em que milhões pessoas precisarão de crédito, o varejo deve estar preparado para atender a demanda. Avaliar a capacidade de sustentar as operações, a partir de análises de riscos, porém, pode trazer mais segurança para o negócio. “Saber se a pessoa consta em um cadastro negativo não é mais suficiente diante de cenários econômicos complexos”, afirma Lola de Oliveira
Cadastro Positivo é a base do crédito com menos riscos
Para ofertar crédito com menos riscos e mais assertivo, o varejista necessita de informações e diagnósticos mais completos. Isto é, conhecer melhor a vida creditícia do consumidor. Nem sempre ela se reflete apenas numa negativação. O consumidor que em determinado momento deixou de cumprir uma obrigação, não é necessariamente um mau pagador. Ou seja, com informações adequadas, é possível analisar o seu perfil de risco.
Nesse sentido, os dados do cidadão que constam do Cadastro Positivo, quando trabalhados com inteligência analítica, promovem o equilíbrio das relações de consumo. “O papel da Boa Vista é o desenvolver soluções para os desafios de empresa e pessoas. Isso é feito a partir de inteligência na análise de dados e alta tecnologia”, afirma a Lola Oliveira. “Transformamos comportamentos em tomadas de decisões assertivas”.
Informações mais precisas na concessão de crédito também impactam positivamente a economia. Podem possibilitar a diminuição na taxa de juros médios, bem como promover a inclusão de pessoas no mercado de crédito. “Em apenas dois anos de Cadastro Positivo, 41% dos consumidores melhoram a nota de crédito”, conta.
O que a Boa Vista faz é transformar em score o cruzamento de informações do cadastro e de outras fontes. Ou seja, gerar uma pontuação, de 0 a 1.000, que indica o grau de risco que determinado cliente oferece em atrasar pagamentos. Quanto maior a pontuação, menor o risco.
Soluções sob medida
Pioneira no Cadastro Positivo, a empresa oferece soluções sob medida para cada tipo de negócio, do pequeno ao grande varejista. Entre elas estão o Define Positivo, que analisa concessão crédito para CNPJ, e o Acerta Positivo para CPF.
Mais do que dar aval para a concessão ou não do crédito, essas soluções também sugerem, por exemplo, limite e valor de parcelas, entre outros. Além disso, disponibilizam relatórios sob medida com informações atuais e do histórico cliente.
“Com Centro de Excelência em Analytics (CEA), lançado em abril de 2021, incrementamos ainda mais a nossa atuação”, conta Lola de Oliveira. “Aplicamos inteligência analítica de ponta na análise de dados, com mais precisão, agilidade e praticidade nas entregas. Com isso, nosso cliente tem muito mais segurança ao decidir a concessão de um crédito”.
Conhecer melhor o cliente, oferecer a ele as melhores opções de crédito e a melhor experiência de compra. Em outras palavras, atitudes que podem ajudar o varejista a conceder crédito com menos riscos e a enfrentar os desafios de um ano de incertezas.